«Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.»Fernando Pessoa
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005
DIA DA RESTAURAÇAO DA INDEPENDÊNCIA

in Portugal,Histórias e Lendas(D.João IV)

Hoje festeja-se o dia da Restauração da Independência de Portugal,foi em 1 de Dezembro de 1640, por isso hoje é feriado.
"Chove muito lá fora..."



publicado por Bia às 18:46
link do post | comentar | favorito
|

3 comentários:
De Amigo a 17 de Dezembro de 2005 às 17:39
Mensagem do 1º de Dezembro
>
>Neste 1º de Dezembro passam 365 anos sobre a data em que o povo
>português
>pegou em armas para reafirmar a sua independência.
>São tantos anos quanto os dias do calendário, e que nos convidam a um
>balanço da vida nacional.
>Enquanto à nossa volta, a natureza faz cair as folhas de Outono e
>assistimos a efémeras agitações políticas, devemos auscultar as
>expectativas mais profundas dos portugueses, tal como o fizeram os
>Restauradores de 1640.
>
>Durante este ano, no território continental e nas regiões autónomas,
>visitei numerosos concelhos, quer a convite das autoridades locais, quer
>das Reais Associações e outras personalidades.
>Vi progressos económicos que, infelizmente, nem sempre respeitam essas
>outras riquezas que são o nosso património natural e arquitectónico.
>
>
>
>
>Mas também tive a oportunidade de ver que o Estado gasta parte dos
>nossos
>recursos em obras de luxo de país rico, enquanto continuamos a ter um nível
>de desenvolvimento humano próximo de alguns países, com os quais não
>gostaríamos de nos comparar.
>Não podemos gastar como se fossemos um país do "Primeiro Mundo" e ter uma
>formação, uma educação e um estilo de vida próximo do "Terceiro Mundo".
>Ou seja, gastamos como ricos e trabalhamos como os países pobres, de uma
>maneira desorganizada e com falta de planificação.
>Num ano de confrontos com minorias étnicas e religiosas em França, visitei
>em Portugal Associações de Solidariedade Social que realizam um bom
>trabalho de integração de jovens já nascidos em Portugal.
>Considero muito importante o apoio destas instituições na educação da
>chamada terceira geração e creio que todos deveriam ajudar esses jovens,
>seja por solidariedade, seja por prudência.
>
>Tal como em anos anteriores, realizei viagens e visitas de
>representação ao
>exterior, por vezes com minha mulher, viagens que, é oportuno referi-lo,
>jamais custaram um único euro ao erário nacional.
>
>
>
>Na Europa Central, a convite dos governantes, visitei a Bulgária e a
>Sérvia-Montenegro onde tive contactos com a população.
>São países que aspiram a integrar-se na União Europeia: mas nas suas
>bandeiras e escudos restabeleceram as coroas nacionais, como já sucedera na
>Rússia, Polónia e Hungria. Afirmam assim a vontade de iniciar um novo ciclo
>histórico, sem perda de identidade.
>Por convite dos respectivos Governos Regionais, visitei a região da Galiza
>e a cidade autónoma de Ceuta.
>Em ambas fui muito bem recebido e testemunhei o apreço que essas regiões
>espanholas têm para com o Herdeiro dos Reis de Portugal.
>
>Visitei Comunidades Portuguesas na Bélgica, França, Luxemburgo, Suíça e
>Estados Unidos, e mantive contactos com personalidades desses países.
>São 4 milhões e meio de portugueses que lamentam que o português não seja
>uma língua ainda mais internacionalizada, devido à falta de uma grafia
>uniforme entre portugueses e brasileiros.
>
>
>
>
>Devemos bater-nos para que a língua de Fernando Pessoa e Luís de
>Camões, a
>língua de Gilberto Freyre e de Jorge Amado, a língua de Craveirinha e
>Luandino seja língua de trabalho na Organização das Nações Unidas.
>
>Entretanto, o calendário nacional é marcado pela aproximação das
>eleições
>presidenciais de 2006.
>Em primeiro lugar, saúdo os candidatos presidenciais. Desde 1976, o cargo
>de Presidente tem sido desempenhado por personalidades dignas e com provas
>públicas dadas.
>Teoricamente, o cargo é uma instituição democrática para a qual qualquer
>cidadão nacional pode ser eleito e permite ao eleitorado uma importante
>decisão sobre o nosso futuro.
>Mas apesar do formalismo da Constituição, só é candidato viável quem
>atingiu o topo de uma carreira político-partidária, promovido pelos
>aparelhos partidários, dificilmente encontrará independência fora deles.
>Em segundo lugar, congratulo-me que nas Comissões de Apoio dos candidatos
>mais destacados participem monárquicos convictos, tal como me congratulo
>que muitos outros permaneçam de fora.
>Para mim, isso significa que a ideia de monarquia se tornou transversal ao
>sistema político.
>
>
>Como tive ocasião de afirmar "Os portugueses devem perceber que a
>proposta
>dos monárquicos não é de "derrubar a República" e as suas instituições
>democráticas, mas sim de "dar um Rei à República."
>E agora acrescento que o nosso objectivo deverá ser a "democracia real", a
>democracia presente aperfeiçoada pela
>identidade histórica e pelas expectativas de um Portugal mais justo.
>Em terceiro lugar, e pensando no art.º 288 da Constituição que impõe "a
>forma republicana de governo", quero agradecer publicamente a todos quantos
>se têm batido nas Revisões Constitucionais - na de 1982, de 1992, de 1996,
>de 2004 - para que desapareça esse "ferrolho ferrugento".
>Em Abril de 2004, em sede de revisão constitucional, 108 deputados - contra
>89 - votaram a favor da eliminação do "ferrolho" constitucional,
>aproximando-se bastante da maioria necessária de 2/3.
>Em representação de todos os deputados que ao longo destes anos continuam a
>apoiar esta causa, destaco, por já falecidos, os nomes de José Luís Nunes,
>Nuno Abecassis, e Francisco Sousa Tavares.
>
>
>
>
>Como herdeiro dos Reis de Portugal, continuo disponível para os grandes
>desafios colocados aos Portugueses, para servir a Pátria e para garantir a
>democracia através da instituição real.
>Um Rei representa não só o Estado democrático, de que é o garante, mas a
>Nação de cujos interesses permanentes é o guardião.
>Creio - e cada vez mais acompanhado me sinto - que a mais valia das
>instituições republicanas diminui à medida que se consolida a democracia e
>novas ameaças surgem em Portugal.
>
>Não vou insistir que as instituições republicanas nasceram sob o signo
>do
>sangue de D. Carlos e D. Luís Filipe de Bragança. Sobre esse sangue
>derramado no Terreiro do Paço, erigiu-se a República e os seus primeiros 16
>anos de instabilidade seguidos por 48 anos de ditadura também republicana.
>Cortado brutalmente o fio condutor da evolução para formas superiores de
>liberdade e realização histórica, Portugal afastou-se do progresso político
>das nações politicamente mais felizes da Europa.
>Sabemos hoje que esse atentado terrorista da Carbonária merece a esmagadora
>repulsa do povo português.
>Conforme sondagem recente, 76.5 % da população considera-o "um crime
>horroroso", 18,8% "um mal necessário" e 4,6% "uma coisa boa para o país".
>
>Aproximando-se mais um aniversário do regicídio, quero exprimir o meu
>profundo repúdio pela violência e pelo terrorismo como forma de afirmação
>política, em qualquer parte do mundo.
>A 1ª República destronou o Rei mas a Democracia e a defesa da Res publica
>jamais foi o programa dos que a si próprios se designavam por
>"democráticos" e "republicanos".
>
>O regime implantado em 5 de Outubro de 1910 instituiu, em rigor, o
>"governo
>de uma plutocracia contra os interesses de uma grande massa de deserdados".
>Na 2ª República, ou Estado Novo, governou um homem solitário; a
>representação política seguiu o modelo do partido único.
>A oposição emocional entre república e monarquia, como o ainda faz certa
>propaganda republicana, tem pouco sentido no mundo actual da democracia.
>
>Causa estranheza falar de "ética republicana", quando existe uma só
>ética
>universal, expressa pelas religiões e pela moral nos princípios da
>liberdade, justiça e compaixão.
>Os velhos mitos da propaganda republicana são como um feitiço que se vira
>contra o feiticeiro.
>Recentemente, uma publicação nacional demonstrou que, conforme os
>Orçamentos de 2005, o Rei de Espanha receberá 7,8 milhões de Euros enquanto
>ao Presidente português cabem 13,32 milhões de Euros.
>A Casa Civil portuguesa gasta mais 41,7% do que a Casa Real espanhola.
>Contas feitas ao PIB e à população, a Presidência da República portuguesa
>custa dezoito vezes mais por habitante que o Rei de Espanha!
>Nós preferimos naturalmente Portugal, mas decerto que não é por este
>motivo!
>
>Tenho apelado na comunicação social, nacional e internacional que
>vivemos
>um tempo de vésperas, um tempo de novos desafios a enfrentar com novas
>soluções...
>
>
>
>
>Na actual globalização das actividades económicas e financeiras, da
>tecnologia e da informação, o modelo clássico do Estado republicano
>atravessa uma profunda crise porque não responde às aspirações de
>identidade nacional.
>Os especialistas têm demonstrado esta crise em poucas palavras.
>E como creio que disse Albert Einstein, "os problemas de uma sociedade não
>podem ser resolvidos ao nível das soluções que os criaram".
>Os mercados nacionais, isto é, os espaços económicos protegidos do exterior
>que se afirmaram no passado, já não passam de sobrevivências, sem
>significado decisivo, a não ser para as pequenas empresas.
>O espaço económico europeu está aberto à maior parte das empresas que no
>caso das multinacionais que operam em Portugal, até preferem
>deslocalizar-se para Espanha.
>É cada vez maior o grau de autonomia dessas grandes empresas em relação às
>políticas definidas pelos governos dos Estados nacionais.
>Os Estados Europeus perderam o poder de cunhar moeda - como o escudo da
>República em Portugal - e de controlar os instrumentos das politicas
>monetárias, e vêem a sua liberdade orçamental gradualmente limitada.
>
>
>Com a abertura das fronteiras, têm dificuldades nas políticas fiscais e
>no
>domínio da redistribuição, para já não falar das dúvidas sobre a evolução
>do Estado Providência, e sobre a capacidade para garantir o pleno emprego.
>O declínio das prerrogativas nacionais é patente nas áreas da informação,
>da comunicação e da cultura.
>As novas tecnologias mudaram as fronteiras.
>À escala mundial afirma-se uma cultura mediática que condiciona todas as
>culturas nacionais.
>Se a isto somarmos a internacionalização do crime organizado, o terrorismo,
>o tráfico de armas e de drogas, a proliferação nuclear, as questões
>ambientais e os fluxos migratórios, conclui-se que se reduziu de forma
>drástica a margem de manobra dos Estados europeus, nos planos interno e
>externo.
>Muitos dos domínios de acção que no passado estavam reservados à soberania
>nacional deram lugar a uma soberania partilhada e a um processo de
>integração que parece incontornável.
>Ao mesmo tempo, constato que as monarquias europeias se encontram entre os
>Estados mais desenvolvidos do mundo, conforme relatórios da OCDE e das
>Nações Unidas.
>Não afirmo que um rei resolve tudo; afirmo, sim, que um rei é sinal do
>caminho das boas soluções.
>
>No país e no mundo, surgem novos movimentos de revitalização regional,
>de
>revalorização dos poderes locais e de fascínio pelas singularidades
>culturais e pelas identidades territoriais.
>Cada Povo sente a necessidade de contrabalançar o esvaziamento do papel do
>Estado pela afirmação da sua identidade, entendida como realidade
>sociológica gerada a partir do património histórico e cultural da Nação.
>A rejeição do Tratado Constitucional Europeu, contra a opinião das elites
>governantes, teve muito a ver com isto.
>Com todo o respeito, não se trata de problemas para um Presidente da
>República.
>São problemas de uma outra escala; de como iniciar uma nova época histórica
>e de criar pontes entre civilizações.
>
>O nosso país merece um novo protagonismo nesta nova época.
>É neste contexto que a democracia real ganha cada vez mais adeptos em
>Portugal.
>Um dos desafios que se colocam aos portugueses é o de melhor utilizarem o
>seu sentimento identitário, em nada contraditório com a sua integração
>europeia, a sua pertença lusófona e a sua presença atlântica.
>
>
>Das últimas eleições presidenciais, conhecemos a elevada abstenção e a
>ausência de participação popular.
>Destas, só conhecemos ainda a falta de recenseamento dos jovens até 21 anos
>(só 30% se recensearam), que não recebem qualquer educação para a
>cidadania.
>Sendo ponto assente, em democracia, que o eleitorado tem sempre razão,
>então a maioria do Povo não se revê na imagem que a chefia do estado
>republicano tem dado de si própria.
>E isto não pode deixar de constituir matéria de reflexão política para o
>futuro.
>
>Os enormes desafios que se colocam ao País exigem mais do que nunca um
>Chefe de Estado que seja o representante simbólico da identidade nacional,
>o garante da coesão e um factor de união entre todos os portugueses, a
>instância suprema capaz de imprimir ao Estado o sentido permanente da
>prossecução do interesse nacional.
>Tenho para mim que só a figura de um Rei pode ser referência indiscutível
>para a Justiça, para a Defesa Nacional, para as Relações Externas, para a
>Administração Pública.
>
>Julgo que os monárquicos aprenderam a lição. Um Rei não se deixa
>envolver
>em querelas partidárias.
>
>
>Se os Partidos Políticos são o "sal e pimenta" das democracias, e da
>liberdade de expressão, alguém tem de estar aparte deles - os Tribunais - e
>acima deles - o Rei, mantendo a chama da Identidade Nacional, tão
>importante num mundo cada vez mais globalizado e culturalmente
>indiferenciado.
>
>A magistratura de influência, não se resolve com a figura passageira de
>um
>Presidente da República; o nosso modelo constitucional semipresidencialista
>confere-lhe poderes demasiados para intervir no governo mas não lhe dará
>nunca a distância nem a imparcialidade suficiente perante os portugueses.
>
>Por isso, a instituição real que durante oito séculos corporizou a
>identidade nacional surge, enquanto referência moral e histórica, como uma
>solução política de normalidade constitucional a merecer cada vez mais a
>reflexão nacional.
>Nesta nova fase de democracia consolidada mas de independência ameaçada,
>Portugal precisa de um Chefe de Estado que tenha a consciência que somos
>Europeus, Atlânticos e Lusófonos, nesse verdadeiro triângulo estratégico,
>referido há cem anos por um dos mais puros paladinos monárquicos do séc.
>XX, o então capitão Henrique de Paiva Couceiro.
>
>
>
>Comecei por afirmar que os anos que passam consolidam o prestígio das
>nações.
>Mais ainda no caso de uma Pátria como Portugal.
>Neste sentido queria concluir anunciando duas novidades, em meu nome e da
>Duquesa da Bragança.
>Em primeiro lugar, anuncio a intenção de criar em 2006 um "Prémio" que
>recompense os talentos e o serviço à comunidade prestados por cidadãos
>nacionais e no espaço da lusofonia.
>Finalmente, conto que, para o ano, se Deus quiser, o nosso filho Afonso, ao
>fazer dez anos esteja presente no seu "primeiro" 1º de Dezembro. Tal como
>sempre eu e a minha família, ele está a ser preparado para servir Portugal.
>
>
>Dom Duarte de Bragança
Carlos
(http://vagueando.blogs.sapo.pt/)
(mailto:c_m_a_n_u_e_l@hotmail.com)


De Amigo a 6 de Dezembro de 2005 às 21:55
Felizmente, naquela altura, ficámos livres dos espanhóis, agora somos invadidos por eles novamente. É em produtos,hipermercados,nos bancos e até no verão nos enchem as nossas cidades. Passa bem!segundavida
(http://segundavida.blogs.sapo.pt/)
(mailto:melo887@sapo.pt)


De Amigo a 3 de Dezembro de 2005 às 21:38
Bom fim de semana. Beijinhos.Maria do Céu Costa
(http://www.maisquepalavras.blogs.sapo.pt)
(mailto:mariaceucosta@sapo.pt)


Comentar post






http://twitter.com/#!/BiaBia117
*

«Eu sou uma Menina do Mar...Um dia uma gaivota trouxe-me no bico...»
Sophia de Mello Breyner Andresen

--

*


--


mais sobre mim
Dezembro 2015
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25

27
29
30
31


...

A minha cidade é Lisboa

Torre de Belém

--


Van Gogh

--


Van Gogh

--


Charles Burton Barber

--

--


Claude Thébergue

--

--

ARTIGOS

Bons amigos...

Boas Festas

De volta ....

...

Feliz Ano Novo

Curta meditação sobre o N...

Não é a aparência...

Carnaval

Livros...

Um Excelente 2014

FAVORITOS

«Auto Retrato de Van Gogh...

ARQUIVOS

Dezembro 2015

Agosto 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Agosto 2014

Março 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Março 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Abril 2005

O Gatinho «Poli»

--

«O tempo foge e a eternidade espera.»
João Paulo II


in Olhares
Links
Abrupto

"m'espanto às vezes, outras m'avergonho..."

Sá de Miranda;
A Kind of Magic
;
A luz do voo
;
Auxiliar de Memória;
Canto da Conchita;
Dicas;
Ecos do Tempo;
Errâncias
;
Hyperborea;
Segunda Vida
;
Quem tem boca vai a Roma;

Palavras ao vento;

Menina Marota

;

Navegar é preciso;

Gato Floquinho
;
e outros...

VISITAS

A partir de 19 de Outubro 2007

blogs SAPO
subscrever feeds